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Georgeo participa de audiência sobre o Serviço Social no Brasil

12/05/2016

Na manhã desta quinta-feira, 12, a Assembleia Legislativa de Sergipe recebeu, durante o grande expediente, palestras sobre os 80 anos do Serviço Social no Brasil. O deputado estadual Georgeo Passos, PTC, participou do evento, que teve a iniciativa da deputada Ana Lúcia e, acompanhou as palestras proferidas por Anselmo Menezes, diretor do Sindicato dos Assistentes Sociais de Sergipe ? Sindasse ?, Itanamara Guedes Cavalcante, presidente do Conselho Regional de Serviço Social 18ª Região, e Josiane Soares Santos, representante em Sergipe do Conselho Federal de Serviço Social. Durante os debates, o deputado fez questionamentos aos palestrantes, mostrando-se preocupado com o atual cenário vivido pelos assistentes sociais em Sergipe, bem como sobre as políticas sociais implementadas no Estado. ?Qual a relação entre os assistentes sociais e os governos municipais e estadual? Como é vista a atualização dos recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza para a implementação de políticas sociais para os mais necessitados? Os repasses para os Fundos Municipais de Assistência Social voltaram a ser realizados, já que desde agosto do ano passado estavam suspensos? Como formular políticas públicas para juventude sergipana? Qual a avalição do Sindicato da Categoria com a possível aprovação do PLC 257/2016, que reduzirá direitos dos servidores públicos??, foram algumas das perguntas feitas pelo Parlamentar e que foram devidamente respondidas. Respondendo a um dos questionamentos feitos pelo deputado, Itanamara Guedes Cavalcante, presidente do Conselho Regional de Serviço Social 18ª Região, falou sobre a situação do Fundo de Combate à Pobreza ? Funpobreza. ?O recurso do Fundo é a maior fonte de financiamento da Secretaria de Assistência Social e é utilizado para o cofinanciamento com os municípios para a realização de ações de assistência social. E esse recurso está sendo utilizado para outras ações de outras Secretarias. Há uma pulverização desses recursos com coisas que não são necessárias. Sem o cofinanciamento fica ruim de manter o atendimento social à população?, afirmou.